terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Circuito Athenas 2010 - 3ª Etapa, 10 Km

Dia 29 de setembro de 2010
São Francisco com a medalha "assento de privada" e o número de peito
Terceira e última etapa do Circuito Athenas. Como é um circuito progressivo, esta última etapa foi a mais longa. Corria-se 10 Km ou 21 km (uma meia maratona). O interessante deste circuito é o percurso que fugia do habitual, mesmo sendo parte no Aterro. É que, após a largada, em frente ao MAM, seguia-se em direção a zona norte, pelo Elevado da Perimetral, retorno na altura da Av. Presidente Vargas e para quem escolheu correr os 10 Km, a chegada era no MAM. Para os corajosos que encararam a meia maratona, ainda seguia por todo o Aterro em direção ao Mourisco em Botafogo e retornava até o MAM.

Na antevéspera fui buscar o kit com o Toninho no Aterro, onde tinha toda a estrutura para a corrida já montada e essa corrida que foi a mais cara até agora, vinha com uma mochila de treino, além de uma camiseta do kit, que foi vermelha, nesta etapa. Vinham uns Polenguinhos também.
Concentração antes da largada
 No dia da corrida seguimos direto para o Aterro do flamengo, na altura do monumento dos mortos e do MAM, onde foi a largada. Das corridas até agora, acho que foi a que teve o clima mais agradável até então. Estava nublado, sem chuva e sem calor. Não estava frio, mas uma temperatura agradável.
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No início, após a largada, mantive um cadenciamento lento, pois sabia que perto do primeiro quilômetro teria a subida da Perimetral, que não teve tanto problema assim. Deve ter uns 100 metros de subida em curva para a esquerda e durante todo o percurso, o Toninho estava por perto e eu não sabia. E a Perimetral é um sobe e desce, mas sem grandes variações. 

Início de corrida, sobre o Elevado da Perimetral
É um lugar que venta pouco e se estivesse um calor como costuma fazer no Rio de Janeiro, ia ser uma corrida desagradável. O problema é que estava em fase final de um resfriado, o que fazia com que meu nariz produzisse litros de ranho, que por vezes tinha uma consistência mais gelatinosa e uma cor esverdeada. Nada que prejudicasse a capacidade respiratória, mas certamente enfraqueceu um pouco o corpo. 
No último quilômetro

Quase chegando






















Lá pelo oitavo quilômetro já sentia um pouco de cansaço e desânimo e o Toninho, que tinha me passado, ficava tentando me animar e tentou me puxar, mas em vão. Na descida da Perimetral, em frente ao III Comar vi que fui solenemente ultrapassado por um cachorro! Um cara baixinho, troncudo, careca e meio velho me ultrapassou com um cão na guia amarrada na cintura do cara. E o cão não parecia nem um pouco cansado, e tive a impressão de que ele ainda foi abanando o rabo. Mas pra quem já foi ultrapassado por um bebê recém nascido na primeira corrida depois de adulto, nem fiquei tão humilhado assim (post antigo).

Dalí, depois da descida, passei em frente ao aeroporto Santos Dumont e ainda teve um pequeno retorno para cruzar o pórtico de chegada. 
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Aí, isotônicos, frutas, entrega de chip e pegar a medalha, que, igualmente a segunda etapa, parece um assento de privada, só que menor. Como era a última etapa, após a baia de chegada, tinha uma tenda da organização distribuindo as camisetas de finisher, apenas para os que completaram as três etapas. Como eu cheguei e logo fui buscar a camiseta, consegui um do meu tamanho, mas o Toninho que fez os 21 Km e depois quando chegou ainda ficou enrolando na tenda do Chão, não conseguiu pegar uma camiseta do tamanho dele. Acho que só tinha baby look!
Camiseta de finisher e a tríplice medalha
 O legal dessa corrida é que o Cláudio, que não correu, além de fotografar a gente, ainda filmou a largada e a chegada! Serviu para alguma coisa, esse inútil!

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